Rio de Janeiro, 1971 – Atualizado 2

Obs: Guilherme mandou duas ou três correções para esta foto, que foi atualizada de novo. Esta é a versão 3.

O amigo Guilherme, que se tu não sabe é o autor do blog Antigos Verde e Amarelo, gentilmente identificou muitos carros desta foto de um depósito do Detran que eu publiquei e comentei aqui neste outro post. Agora o quadro é muito mais completo que antes e, por isso mesmo, mais dramático. Não deve ter existido encontro de carros antigos no Brasil que tenha reunido tantos Mercurys quanto esse lixão aqui. Pena, mas é a vida.

Guilherme, muito obrigado.

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21 comentários sobre “Rio de Janeiro, 1971 – Atualizado 2

  1. Nikollas Ramos disse:

    E já alterei, chefe! Copie a imagem acima pro teu blog, esta é a versão 3.0 atualizadíssima e sem bugs!
    Deixei interrogações ao lado do Chevrolet e do Ford, ao invés de suprimir os nomes. Quem sabe alguém mais familiarizad com estes carros não pode ajudar, no futuro?
    Obrigado e abraço.

  2. Nikollas Ramos disse:

    Rsrsrsr! Sem problema, Thomé. Lendo o Globo de hoje, ou qualquer jornal, vês que você têm razão, a palavra não pode ser outra.
    Abraço, Nik.

  3. André Grigorevski disse:

    Que beleza! E eu, que estava desde o primeiro post tentando descobrir que carrinho era aquele no topo da pilha (o MG Saloon), agora já matei a minha dúvida!

  4. Marcelo Rosa Henriques disse:

    Me da Até Vontade de Chorar Vendo Aquele Aero Willys Assim…
    O Aero Willys , Tanto o da Primeira Como o da Segunda Geração , São Meus Modelos Preferidos !
    O Primeiro Carro Que Andei na Vida ( 1975 ) Foi Um Aero Willys .
    Ainda Vou Conseguir Ter Um Só Pra Mim !
    :) ;)

  5. Paulo disse:

    Nikollas obrigado pela visita ao meu Fotolog Fotos antigas, legal que vc tenha gostado. É bem difícil achar boas fotos com muitos autos nas ruas, gostei muito dessa do depósito do Detran no Rio, por incrível que pareça, eu conheci e entrei nesse depósito na época. Era estudande do primeiro grau e fui lá algumas vezes.
    Na foto se vê bem em baixo uma Stude 1941 comander raríssima hoje em dia aqui no Brasil. Do lado direito uma Hudson 1954!! ao lado de uma Buick 1949, teu tenho um auto Hudson 1954 restaurado.
    Vc tem outras fotos iguais a essa do depósito em boa resolução? Se vc quiser eu tenho umas duas do depósito em boa resolução e posso te mandar e assim trocamos fotos. Algumas do fotolog eu tenho em boa resolução mas boa parte não. Queria ter um poster desse na parede aqui de casa onde já tenho umas 10 fotos antigas em preto e branco. Parabens!!

  6. Erick Linz disse:

    O carro que dizem ser um Ford 1953(o que está com interrogação)na verdade é um Hudson Jet 53/54.Gostaria de saber como eles foram colocados ali e se esses autos eram provenientes do depósito que o Detran GB tinha na Av.Passos…Para onde esses autos foram?Derretidos?desmontados??Alguem se habilita a ajudar???

  7. Erick disse:

    Nikollas,muito obrigado pelas informações.Tenho algumas fotos antigas e gostaria de dividir com todos,como posso fazer??Agradeço e forte abraço,Erick

  8. Erick disse:

    Já ia me esquecendo:O Primeiro carro da segunda pilha da esq p/dir é um Peugeot 203 anos 50,embaixo dele um Chevrolet 49 a 52 e ao lado do Chevy,outro Hilman Minx.Pronto todos identificados!!!!Abraços a todos!!!

  9. Ramon Brandão disse:

    A foto é realmente impressionante pela qualidade dos carros empilhados, agora ítens de coleção. A curiosidade sobre o porquê deste desperdício e o fim que tiveram esse automóveis, me levou a uma matéria do jornalista Cesário Marques, “Trânsito do Rio – um pardieiro contra a cidade”, publicada na revista Quatro Rodas em julho de 1963, ou seja, oito anos antes. Segundo a reportagem, geralmente estes carros eram recolhidos nas ruas após acidentes,(dá para ver que alguns têm a frente avariada) estavam à disposição da justiça (como o Plymouth 1958 que na época nem era um carro tão velho assim e parece perfeito na foto),ou não tinham documentação em ordem ou ainda seus condutores não tinham carteira; nada muito diferente de hoje. Ainda, segundo palavras do autor: “Seus donos jamais os procurarão e, se o fizerem, encontrarão apenas lata velha e ferrugem”. Em 1963 o Rio dispunha de dois depósitos para os carros apreendidos: num terreno, próximo da praça Tiradentes na rua Imperatriz Leopoldina e outro na esquina das ruas Elpídio Belmonte e Figueira de Mello na Praça da Bandeira, além de outros improvisados perto de delegacias e postos policiais. A matéria informava que os dois terrenos estavam sendo requisitados pelos orgãos públicos aos quais pertenciam; enquanto isso, o ST (Serviço de Trânsito à época) procurava outros locais para “guardar” os carros apreendidos e só lhe ofereciam um no bairro do Cajú, num aterro feito de lixo. Assim é possível imaginar a trajetória: Carros apreendidos ficavam muitos anos abandonados em depósitos a céu aberto, porque o Estado não cumpria seu papel de “fiel depositário do bem apreendido” de modo adequado; nada muito diferente de hoje. Enquanto não se resolvia o que fazer e na urgência de desocupar os terrenos, é provável que tenham levado estes e outros carros apreendidos para este terreno vago perto da Catedral Metropolitana no decorrer da década de 1960 e início da de 70. Assim, na impossibilidade legal de fazer leilões por impecílios burocráticos, eles devem ter sido removidos para o “famoso” depósito do Cajú, onde seriam depenados e vandalizados até serem definitivamente destruídos num dos inúmeros incêndios que ocorriam no local,sempre registrados na crônica policial. Esta hipótese é a minha pequena contribuição à história destes belos automóveis que a “burrocracia” do Estado e a estupidez de uma época de desperdícios destruiu…………Nada muito diferente de hoje.

  10. Sato disse:

    Olha o Dauphine com os seus “40 HPs de emoção” encima do Lincoln 1949.

  11. carlos.aec disse:

    Meus olhos enchem de lagrimas vendo isso…
    Ia tentar entrar em contato por email, mas vendo o post vou dar uma resumida por aqui…
    Para onde vao esses carros sempre me faco essa pergunta… e outro dia lendo a historia de Paranavai-PR achei algo incrivel, em um texto um senhor relata um sobre um tal “ranchão de zinco”, era onde levavam os carros abandonados nas estradas de barro nos anos 20/30/40 no noroeste do Parana,
    Ainda é citado que muitos carros eram jogados no rio paranapanema por nao terem utilidade.
    Tentei encontrar mais algo sobre, mas nao localizei, creio que fique no meio do caminho entre Paranavai e a divisa com SP. Estou com essa curiosidade a dias….
    fico a disposição – karlosaferreira@hotmail.com

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