1967 Plymouth Barracuda billboard

8 comentários sobre “1967 Plymouth Barracuda billboard

  1. Belair disse:

    A placa perdeu todo o efeito;estacionaram debaixo dela outro amarelinho,e aí não tem mais pra ninguem,todo o resto desaparece,huahahahaha

  2. carrosantigos disse:

    :)
    Sim, mas é esse o contraste que a foto mostra! Já houve tempos em que eu só teria olhos para o Cuda, mas hoje sofro pelo amarelinho da foto e seus contemporâneos. Velhice é uma droga!

  3. carrosantigos disse:

    Sim, mas ainda resiste no peito a emoção com, pro exemplo, as linhas da primeira geração do Barracuda. Que espetáculo de automóvel. Um alienígena em Detroit!

  4. Belair disse:

    Concordo Nik.Era um carro relativamente pequeno e bem “limpo”.Apesar de tambem gostar do sucessor,esse ficou muito parecido com os outros ponys da epoca,principalmente os Camaros e Challengers da vida….que aliás,tambem estao parecidos atualmente,nesse revival recente.Na Car and Driver desse mes,se não me engano,tem um esboço do que pode vir a ser o ´Cuda dos anos 2000.
    NÃO é parecido com o Camaro/Challenger….

  5. carrosantigos disse:

    Sério? Vou baixar ela agora pra dar uma olhada. Quem sou eu, mas eu acho que ao invés do Challenger e Camaro, melhor seria se os primeiros a serem ressuscitados fossem o Pontiac Firebird e o Plymouth Cuda. Mas é carta na manga pra eles.

  6. Irapuã disse:

    Gosto muito desse carro. O cartaz é muito bonito e certamente chamava a atenção.
    Fico pensando porque as marcas não fazem mais esse tipo de propaganda, preferindo vender ‘estilos de vida’ ao invés de carros.
    Sobre os carros abaixo do outdoor e contemporâneos… é só do eu gosto.

  7. carrosantigos disse:

    Ira, estilo de vida sempre se vendeu em propaganda, principalmente de carros. O que mudou é o estilo e a idéia própria de vida. A mensagem hoje é muito genérica, larga e por isso vazia. Penso na propaganda de um Olds da década de 30, um Ford dos 20 e um Cuda dos 60; todos indicam estilos de vida, mas muito bem definidos e separados entre si. Hoje basta inventar a idéia de pôneis malditos e pronto, está abraçado a máxima generalização da falta de identidade do ser humano moderno. É o coletivo de coletivo. Onde resta alguma identidade é no antigomobilismo. Mas há o risco, denunciado pelos que acompanham o mercado como o Nasser, de que já é um mercado que caminha para a massificação, com prevalência de poucos modelos, cores e estilos em detrimento da pluralidade amealhada em 100 anos de história.
    O exemplo da Nissan é até injusto. Se eles foram banais com o conceito ridículo, pelo menos deram um atributo ao comprador; compre por esse motivo. Todo o resto é induzido a comprar por que, bem, cada cliente cria o seu conceito e projeta sua própria imagem. Agência de Propaganda de montadora hoje em dia só tira foto e aplica uma marca, o resto é por conta do cliente. Algo do tipo, não me comprometo nunca!
    Vou fazer um post mostrando a propaganda pelas épocas.
    Utilíssimo seu comentário. Abraço!

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