Marco Antônio de Oliveira

O MAO me parece ser daquele tipo de pessoa que faz diferença, pela capacidade de somar, contribuir, de esclarecer. Qualquer um de nós já conheceu pessoas assim, no colégio, na faculdade, no boteco, na igreja, na vida. Mas quando o assunto é o vasto campo do saber embutido traiçoeiramente sob a palavra automóvel, eu conheço bem menos pessoas com esta habilidade do que gostaria. Até por que, sendo um símbolo de poder e prestígio culturalmente estabelecido e cultuado, é comum nesse campo do saber a formação e manutenção de autoridades impermeáveis, distantes, insondáveis.

Toda essa rasgação de seda é só por conta do último artigo dele, uma ilha de informação histórica no oceano do blog Autoentusiastas, sobre Zora Duntov e os cabeçotes Ardun.

Vou pesquisar, mas não conheço artigo equivalente em língua inglesa na internet. Alguém?

Abaixo, um Ford Flathead V8 de 1947, com o raro kit criado pelo pai do Corvette, exposto no museu Don Garlits.

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4 comentários sobre “Marco Antônio de Oliveira

  1. Luís Augusto disse:

    Realmente, Nik, o MAO é daqueles caras que a gente gostaria de poder sentar e conversar longamente. Também me impressionei com o artigo sobre os Flathead.

  2. Nik disse:

    Luís, ser bom professor é uma dádiva presente em poucos corações. Toda glória aos bons mestres!
    E Lindóia, vai?

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