Nash Rambler 1952

Falaram nos Nash, aí me lembrei deste que estava em Praia Grande, litoral de São Paulo, ao lado do Ford 51 que eu fui comprar, no ano passado. Impecável, não conheço outro tão bonito. Aliás, pensando melhor, não conheço nenhum outro Rambler Country Club Hardtop 1952.

Este é bem diferente do estranho Nash vermelho que estava este ano em Lindóia à venda, a procura de um desinformado mais empolgado.


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16 comentários sobre “Nash Rambler 1952

  1. Guilherme Gomes disse:

    Vi esse carro em Lindoia de alguns anos atrás, me parece que na época havia sido vendido.
    É lindo sim, concordo e faço coro. O ambiente também é espetacular. Nik, cá entre nós, deixe de ser econômico e nos diga como foi a compra do seu lindo Ford 51 e coloque aqui umas fotos dele nessa concessionária aí…
    O Chevrolet 41 do fundo é um famoso casamenteiro santista.

    Abraços,

  2. Carros Antigos disse:

    Na verdade não foi uma concessionária. O Ford estava junto com este Nash e vários outros carros antigos em um grande shopping de venda de usados em Praia Grande, muito conhecido por ali. Prédio bonito, com boa infra e muito organizado. Os donos convidam o pessoal de Santos e região a deixarem seus antigos ali pelo salão principal, como atração aos clientes que adoram. A dona do Ford deixou ele ali 8 meses parado por falta de garagem e partiu em uma viagem. Na volta colocou o carro a venda. Cheguei do Rio uma da tarde, o shopping fechava umas 8 e nada do bitelo pegar. Busquei 4 baterias, uma de caminhão inclusive, descarreguei todas, futuquei tudo, e nada. O mecânico do carro, o Nenê, gente fina de-mais, não podia acudir, era sexta e a oficina com é comum nesses dias estava cheia. A dona vendo que ia perder a venda, apelou e ele foi. Era o famoso curto do positivo do platinado, foi enconstar no fio que o carro pegou. Quando ele roncou e Nenê engatou a primeira eu, que já tinha desistido de comprar o flathead, digo o Ford, pois há 5 horas só via defeitos no carro que estava parado, fui consumido pela paixão comum nessas horas. Sabia que aquele era o 51 que me esperava, há mais de um ano. Quando ele ligou as lanternas então, caiu meu queixo e parti atrás até a oficina, onde fechei o negócio sem pedir desconto algum – nõa tive coragem, o FOrd podia se ofender. Tenho tudo isso fotografado, vou colocar aqui. Muitas emoções, bicho! MUITAS!

  3. Ricardo disse:

    Bela história do Ford!
    Vi uns tempos atrás que você(se não me engano) tinha um livro de Camaros, era você mesmo?
    Você me indica algum? quero um de restauro também (especial 69).
    Abraço

  4. Carros Antigos disse:

    Tenho alguns, inclusive dos 67/69, mas nenhum para te indicar como guia de restauração, são mais obras de referência. O meu é segunda geração, e eles ainda não tem uma “bible” de restauração, mas pra ti será mais fácil. Veja na Amazon e leia os comentários de quem comprou cada livro, são tiro certo na hora de diferenciar um livro sério de uma obra sem-vergonha que quer enrolar a gente.
    Esse é um que está na minha wishlist, aguardando a vez, deve ser interessante:
    http://www.amazon.com/Camaro-Restoration-1967-1969-Motorbooks-Workshop/dp/0760301603/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1272637546&sr=1-1
    Não deixe de olhar na http://www.motorbooks.com também, eles são bem criteriosos com os livros que indicam e publciam. Todos que tenho deles são muito bons.
    Abraço e sorte, Nik.

  5. Francisco disse:

    O estranho Nash vermelho que vimos em Lindóia é customizado com outra motorização…é ou já era de um amigo do M.

  6. Carros Antigos disse:

    Verdade, o interior parece um, um… Nash customizado. Dá pra manter o interior, ficou legalzinho, mas do lado de fora não me agradou nada. A cor foi infeliz, melhor duas sendo nenhuma o vermelho. Quanto custava esse carro Chico, perguntou?

  7. Nanael Soubaim disse:

    Imagino os ianques vendo o Rambler pela primeiraq vez e se perguntando a outra metade do carro era opcional. Interessante notar que as proporções dele são semelhantes aos carros de hoje; alto, curto, capô pequeno e cintura alta. Só que o desenho, ao contrário da regra actual, combina com as proporções.

    Sejamos justos, a mecânica GM sempre salvou a pátria de quem precisa manter um antigo, ou importado com peças mais caras do que o carro, rodando. Há uns malucos que se especializaram em colocar motor de Fusca envenenado em Golfs já surrados, na traseira, para competição de arrancada. Acredito que esses dois propulsores deveriam ser declarados oficialmente de domínio e interesse público. Desde surrar Ferrari até puxar caminhão o 250S é um coringa, só precisa de uma flange para a nova transmissão. Eu colocaria um GM 151 devidamente preparado em um Nash, enquanto a mecânica original estivesse em recuperação. Mas vermelho seria a última cor que eu colocaria, salvo um cereja claro com teto branco, talvez.

  8. Andrea Ruiz disse:

    Olá boa noite, estou aprocura de publicaçõe sobre o Shelby Cobra, meu pai vai fazer uma replica e eu gostaria de presentea lo com um livro , mas tem que ser portugues, alguem pode me dar alguma indicação.ficaria muito agradecida.

  9. Antonio disse:

    Nos idos anos de 1956 meu pai foi chofer de praça,(hoje motorista de taxi) O qual possuía um Nash Rambler.Preto Cadilac.Placa AA-032. Lembro vagamente do mesmo,mas ainda temos fotos em preto e branco dele com meu Pai,na praia.A última vez que tive notícia desse AUTOMÓVEL é que estava sendo usado em locações,para comerciais de tv.

  10. José Carlos disse:

    Sabe quando bate a saudade de um ente querido e aconteceu comigo neste instante que a lembrança foi do meu pai que na época comprou 1 Nash 1952 e ficou com ele bons anos e até que 1 dia eu já com meus 8 anos levou a gente para uma viagem entre Itapetininga até Apiai da Ribeira com o Nash que onde passava encantava e todos saiam na rua para ver tamanha beleza. A mãe ficava enciumada do pai ou do Nash 1952 que macio era parecendo 1 colchão de espumas ou de penas de aves e como o Nash dançava macio, parecendo uma linda bailarina em sua cadência de danças.
    Nossa, que saudade e como a gente era feliz e não sabia.
    Um dia o pai foi viajar, pois, trabalhava como vendedor e apareceu com 1 Chevrolet 1958 e perguntei a ele do Nash e ele disse: filho, peguei este mais novo.
    O filho do meu pai que sou eu, derrubou suas lágrimas e ficou birrento uns 3 dias até que o pai me colocou no volante e disse: hoje você vai aprender ser motorista.
    Ai, foi que o pai me encantou com nosso Chevrolet 1951.
    Deus o tenha e se condições tivesse eu queria 1 carro Nash para guardar o resto da minha vida em lembranças a minha mocidade e ao meu querido papai.
    Desculpe a história é que o Nash me fez lembrar da vida passada.
    Feliz Natal a todos e que vcs vivam eternamente porque sabem preservar a história que aos poucos está morrendo.
    Obrigado!

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