Encontro no Forte de Copacabana – 1

Eu nunca fui ao encontro anual do Veteran do Rio, que se realiza todo feriado de 7 de setembro, aqui no Forte de Copacabana. Hoje foi a primeira vez.

O lugar é lindo mesmo. O Forte de Copacabana fica no lado oposto, em relação à baía de Guanabara, ao que está a Fortaleza Santa Cruz, em Niterói. E ainda assistimos ao desfile de navios da marinha, jatos, helicópteros e salva de tiros, muitos tiros. Valeu o passeio com o Tales. Quanto à organização, o pessoal do Forte podia ser mais prestativo. Obrigaram todos nós a encarar uma fila sem fim, sob um sol de rachar, para pagar os 4 reais do ingresso a apenas 4 soldados na bilheteria. É grave a crise na caserna, como se vê. Mas enfim, valeu.

forte_copacabana_veteran_31Quem quiser comparar este encontro com o de exatamente 10 anos atrás, em 1999, fotografado pelo meu amigo Rico Bruno, o link é este aqui. Tire suas próprias conclusões.

O evento deste ano, para agradar os patrocinadores e aproveitando a deixa, foi dedicado ao ano da França no Brasil (ou vice-versa?) e por isso a tenda central estava cheio de Citroëns. É justo, mas eu ainda prefiro o encontro mensal do Veteran, na Praça XV. Há menos Citroëns por lá.

A seguir, alguns dos carros de que eu mais gostei. Têm mais, que eu publico na sequência.

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10 comentários sobre “Encontro no Forte de Copacabana – 1

  1. francisco disse:

    Nik, vc tá muito exigente…..Encontro de carros antigos, ambiente saudável, paisagem maravilhosa da maravilhosa cidade, o que vc quer mais, meu irmão ? Parabens a vcs.

  2. Nikollas Ramos disse:

    Sim, tinha 2 ou 3 2CV e um DS pelo menos. E eu não tirei fotos para te mandar… Mas o pessoal do Autoclassic vai colocar tudo em breve.
    Abraço!

  3. André Grigorevski disse:

    Fui no domingo e, como sempre, foi um belo encontro! Acho que fui a todos ou quase todos desde 1999, exceto nos anos em que foram realizados em outras cidades (mas fui no de Itaipava, em 2006). Costumo escolher sempre o dia mais “central” do evento, evitando o primeiro e o último, pois muitos carros ainda não chegaram ou então já foram embora.

    Nik, não sei como estava a fila hoje, mas no domingo era algo quilométrico e assustador. O que eu costumo fazer pra evitar isso é chegar na hora da abertura do evento e entrar de carro. Fica bem mais cômodo (e mais seguro do que estacionar na rua). O chato ontem foi ter que esperar todos os competidores (da meia maratona) passarem em frente ao Forte, para que eu pudesse entrar. Só consegui isso perto das 10:30. Mesmo assim, a fila dos carros era menor do que a fila de quem entrava a pé.

    Tive a impressão (que pode estar errada) de que havia um número menor de carros do que nos anos anteriores. Talvez a presença da tenda (que não havia nos outros anos) possa ter dado essa impressão. A tenda, aliás, foi minha salvação na hora em que começou a chover. Porém, acho que tirou um pouco da beleza da paisagem e deixou escondido o local onde sempre ficam os Cadillacs.

    Sobre os Citroen, no sábado havia 3 2CV e 3 DS, além de 3 Traction Avant, um SM e um AMI. Alguns destes são aqui de Niterói, do mesmo colecionador (que provavelmente você conhece). Acho que eu nunca tinha visto tanto Citroen junto… Não esquecendo dos Peugeot e uma linda “peruinha” 404.

    Foi uma pena ter chovido no dia que fui, mas mesmo assim valeu a pena! Se quiser alguma foto, é só falar!

  4. Nikollas Ramos disse:

    André, segunda o problema foi sol. O Tales ardeu no sol disfarçado de brisa, e sem filtro solar. Eu tentei entrar com o carro, mas a demora era imensa. Com medo dos principais carros irem embora (alguns já tinham) estacionei no Cassino Atlântico ao lado.
    Não é o tipo de evento que eu vou me esforçar mais para ir novamente. Muito tumulto, muito gringo, e os carros, bem, achei um pouco aquém do que o Rio pode oferecer. Vi automóveis ali que não mereciam o espaço, tão nobre. Sem preconceito, mas um evento deste porte precisa mostrar os melhores exemplares. Carros bem acabados, cuidados, ou raros. Vi carros que não atendiam nenhum destes requisitos. Pode parecer esnobe, mas não é. Pode parecer injusto, mas não é. Apenas acho que estes encontram se prestam a divulgar uma cultura, e carros mal conservados, pintados no rolo à mão, deveriam ser banidos na entrada. Mas enfim, essa discussão é maisa ntiga do que o automóvel. E eu tô fora dela. E de clubes e afins, que isso estraga a brincadeira.
    As fotos você postou na sua página? Se sim, deixo aqui o endereço para todos irem visitar: hpdopassat.com.br . Se não, reconsidere!

  5. Nikollas Ramos disse:

    Senhor tá no céu, Nanael! ;)
    Mas somos todos amadores de alguma forma. Carro antigo é um negócio caro e para poucos que podem pagar por serviços profissionais. O resto de nós se diverte mais do que este grupo, é bem provável, mas também passamos por cada aperto! É sofrer no paraíso!
    Há muitos eventos em Goiás? Já recebi fotos, que aliás não me chamaram a atenção. Uma vez eu quase comprei um Ford 51 desta região, salvo engano, mas era carro de fora que estava sendo revendido. Muito bonito o carro.

  6. Luís Augusto disse:

    Oi Nik, só hoje estou voltando “à ativa”…
    Perfeito o seu penúltimo comentário, também estou fora de grandes encontros e de clubes e afins. O único que eu animo é o de Araxá, justamente porque não é permitida a entrada de carros mais ou menos (eles mandam tirar sem dó).

  7. Nikollas Ramos disse:

    Foi curtir o feriadão em Tiradentes, aposto! Se fez, fez certo!
    Luís, encontro de carro antigo em que se é recebido por fuscas, Opalas, Pumas e congêneres, é um encontro em que se prima pela quantidade e não pela qualidade. No caminho do trabalho hoje eu vi 1 Puma, “n” fuscas e dois opalas, ambos a venda. Preciso ir ao forte para vê-los novamente? Não. Melhor seria deixar lá 30 carros e ao lado de cada um uma pesquisa histórica sobre sua época, com fotos, banners, miniaturas, revistas de época, uma tabela com os preços de época para gêneros como gasolinam, preço corrigido e atualizado, anfim, dar UMA AULA de história, sociologia, hábitos e costumes, posto que o automóvel sempre está inserido em uma época e contexto, coisa que aliás você é o ÚNICO o Brasil com comptência para fazer e faz, distribuindo entre seus leitores esse conhecimento tão importante.
    Vou abrir um post sobre isso, não responda mais nada aqui que eu quero que outros amigos participem desta conversa.

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