Swinger.

Achei umas fotos bárbaras de Nova York, dos anos 60 e 70, que eu não conhecia. Muitas mesmo. Cada cena, cada automóvel! Vou como sempre publicando aos poucos, se não eu fico sem emprego aqui.

Esta primeira foto é grande. Em todos os sentidos. Pode ser impressa com ate 1,30 metro de comprimento sem susto e perda de qualidade.

No destaque, um Dart Swinger empoeirado, como aliás estão todos os carros de todas as fotos que consegui. Retratam a decadência de NY em seus piores anos, claro. Mais ao lado, o que parece um VW Golf e um VW sem sal que eu deixo pro Luís dizer qual é, que disso eu não manjo nada!

Bom dia para todos.

dodge_dart_swinger

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8 comentários sobre “Swinger.

  1. Nikollas Ramos disse:

    Putz, tirando eu só têm especialista neste blog! Valeu André.
    Ali do outro lado parece um Chevy Vega, que eu adoro. Muito mal quisto, mas acho injusto, é um carro muito legal ainda mais se SW.
    Abraço!

  2. David disse:

    Nik, ali não é um Chevy Vega, é um Buick Skylark ’73 ou ’74. À sua esquerda há um T-Bird ’72 e à esquerda, bem escondido, um Mercedes.

  3. Nikollas Ramos disse:

    Só especialista… e o generalista aqui só levantando bola! ;) Pode cortar!

    Curiosidade banal, mas desde que comecei a colecionar estas fotos da internet, de cenas de ruas dos EUA, e já estou na casa de mais de 12 mil, os Dart similares aos nossos são muito raros de se ver, como também o são fotos do final dos 60 e toda a década de 70, e nesse sentido esse lote vêm preencher uma lacuna.

    No filme biográfico “Ali” eu vi pelo menos dois, sendo um o modelo 68 ou 69 com teto de vinil, que é dirigido salvo engano pela mãe do Cassius Clay – negra, moradora da periferia barra pesada, pobre. Não entendi a oportunidade pois, acredito, recriar cenas de rua é trabalho complexo que envolve muita pesquisa. Não entendi a mensagem.

    Têm uma outra foto aqui, de um Dart azul clicada em 77 que vou publicar depois, que é outra exceção. Ainda assim, por incrível que pareça eles são raros de serem vistos, não obstante a produçõa em massa dirigida a um perfil específico de consumidor.

  4. Mário Buzian disse:

    Nik,

    Os Dodge Dart 1967 a 1969 foram os modelos que serviram de base para a construção da nossa linha Dart/ Charger aqui no Brasil. Enquanto lá nos EUA eles eram primordialmente um meio de transporte compacto barato e eficiente, aqui foram vendidos como carros grandes e de luxo, apesar de sua aparência quase espartana…
    Aqui chegaram em forma de sedan de quatro portas com coluna central,e um ano depois veio o modelo de duas portas, hardtop. O seu mercado americano tinha versões de duas portas com e sem coluna,quatro portas e conversível, com várias motorizações, mas a principal deles eram os famosos moteres de seis cilindros “bulletproof slant six”, em linha, levemente inclinados, e que tinham um consumo razoável e durabilidade extrema. Foram a maioria nas linhas de produção dos Dart e dos Valiant, a versão Plymouth dessa carroceria, que forneceu o design do nosso painel de instrumentos nas nossas versões iniciais (até 1972).
    Os modelos 1970 a 1973, nos EUA, tem frente, traseira e painel de instrumentos diferentes da nossa, e até um modelo de carroceria de duas portas sem coluna com design diferente como opção (modelo Sport, que tinha a versão Duster no seu primo Plymouth)
    Foi somente em 1974 que chegaram as novas linhas do Dart Swinger, que foram aproveitadas somente 5 anos depois, na nossa linha 1979 do Dart ( os nossos Magnum e LeBaron tiveram uma frente exclusiva, de quatro faróis, desenhada pelo Depto. de Design da Chrysler do Brasil, mas a traseira e parachoques idênticos ao modelo americano).
    Acredite, nos EUA os Dart, principalmente os modelos GT / GTS feitos até 1969, são verdadeiras relíquias, disputadas a bom preço, pois esses carros se acabaram naqueles tempos, assim como os Maverick Grabber americanos feitos até 1970.
    Os jovens daquele tempo tentam ressuscitar os seus “college cars”, dando-lhes motores big-block e os transformando em verdadeiros bólidos…
    O Mr. Norm, famosa concessionária Dodge, aplicava motores HEMI 426 ou
    Magnum 440 debaixo dos capôs dos Dart GTS (que vinham com small-block 318 ou 340), e mesmo assim eles ainda eram muito baratos…
    Esses carros hoje valem quase 200 mil dólares, eram todos aliviados de peso e colocados para corridas de arrancada, tendo um peso-potência absurdamente competitivo, hoje existem vários “tribute cars” em cima desses modelos…

  5. Nanael Soubaim disse:

    A photographia é uma maravilha. Ver um Golf próximo a um Buick (sabe-se lá com que motorização) é como ver dois alienígenas de mundos diferentes se encontrando na Terra. É um alívio ter tamanha diversidade de concepções e design em apenas sete veículos, principalmente porque enjoei da pasmaceira de visual agressivo com vidros grandes com metade de sua área coberta pela estrutura. E que carros feios temos recebido nos últimos anos!
    Quanto à nota sobre nossos Dodges, muito bem exposta pelo amigo, me faz lembrar gente que conheço e morre de medo do Voyage, por ser “grande demais” e difícil de se encontrar vagas para ele. Só para constar, tenho observado atentamente as vagas em Goiânia e constactei que, ou são grandes o bastante para um Fleetwood 1959 manobrar com folga, ou tão pequenas que só um Peel P50 poderia estacionar.

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