Ali, Bumaye!

O Muhammad Ali surge na minha vida através um maravilhoso disco do B.B. King. Demorou um tempo para que tudo aquilo fizesse sentido, lá pela época em que na minha vida a música cede espaço a uma consciência política mais crítica, e o BB, Ali e a Árfrica se fundem numa coisa só, faces da mesma moeda.

Você pode não gostar do Ali, nem de boxe nem de blues e achar a África um lugar chato, mas fato é que o Ali é das figuras mais doces, coerentes e heróicas do século XX. Nem seus detratores conseguiram detê-lo, e eles tinham o establishment americano da década de 50 e 60 a seu favor. É um homem de amigos leais e dedicados, como o fotógrafo que lhe acompanha desde o início, sendo o único a privar da intimidade do Rei por tantos anos, o Neil Lafer. Recentemente lançou o primeiro livro, com inéditas, e logo se imaginou que ele faria uma fortuna com os direitos de uma material fruto da confiança e amizade de um homem hoje muito doente. Mas que nada, ele doou todos os direitos à pesquisa da cura do Alzheimer, mal que aflige o emigo de longa data. Como se vê, até os amigos dele são coerentes. Abaixo, Muhammad Ali, amigos e automóveis. Bumaye, Ali!

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Abaixo, os amigos chegando para uma luta no Madison Square Garden, Nova Iorque.carrosantigos_wordpress_909

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