Falaram nos Nash, aí me lembrei deste que estava em Praia Grande, litoral de São Paulo, ao lado do Ford 51 que eu fui comprar, no ano passado. Impecável, não conheço outro tão bonito. Aliás, pensando melhor, não conheço nenhum outro Rambler Country Club Hardtop 1952.
Este é bem diferente do estranho Nash vermelho que estava este ano em Lindóia à venda, a procura de um desinformado mais empolgado.








Nik, este Nash foi premiado no Brazil Classics 2006. Realmente é perfeito, uma pena que esteja em busca de um novo dono.
De fato, se não fosse “n” vezes mais caro que o Ford, tinha colocado ele na prancha. Mas é lindo de mais.
Vi esse carro em Lindoia de alguns anos atrás, me parece que na época havia sido vendido.
É lindo sim, concordo e faço coro. O ambiente também é espetacular. Nik, cá entre nós, deixe de ser econômico e nos diga como foi a compra do seu lindo Ford 51 e coloque aqui umas fotos dele nessa concessionária aí…
O Chevrolet 41 do fundo é um famoso casamenteiro santista.
Abraços,
Na verdade não foi uma concessionária. O Ford estava junto com este Nash e vários outros carros antigos em um grande shopping de venda de usados em Praia Grande, muito conhecido por ali. Prédio bonito, com boa infra e muito organizado. Os donos convidam o pessoal de Santos e região a deixarem seus antigos ali pelo salão principal, como atração aos clientes que adoram. A dona do Ford deixou ele ali 8 meses parado por falta de garagem e partiu em uma viagem. Na volta colocou o carro a venda. Cheguei do Rio uma da tarde, o shopping fechava umas 8 e nada do bitelo pegar. Busquei 4 baterias, uma de caminhão inclusive, descarreguei todas, futuquei tudo, e nada. O mecânico do carro, o Nenê, gente fina de-mais, não podia acudir, era sexta e a oficina com é comum nesses dias estava cheia. A dona vendo que ia perder a venda, apelou e ele foi. Era o famoso curto do positivo do platinado, foi enconstar no fio que o carro pegou. Quando ele roncou e Nenê engatou a primeira eu, que já tinha desistido de comprar o flathead, digo o Ford, pois há 5 horas só via defeitos no carro que estava parado, fui consumido pela paixão comum nessas horas. Sabia que aquele era o 51 que me esperava, há mais de um ano. Quando ele ligou as lanternas então, caiu meu queixo e parti atrás até a oficina, onde fechei o negócio sem pedir desconto algum – nõa tive coragem, o FOrd podia se ofender. Tenho tudo isso fotografado, vou colocar aqui. Muitas emoções, bicho! MUITAS!
Bela história do Ford!
Vi uns tempos atrás que você(se não me engano) tinha um livro de Camaros, era você mesmo?
Você me indica algum? quero um de restauro também (especial 69).
Abraço
Tenho alguns, inclusive dos 67/69, mas nenhum para te indicar como guia de restauração, são mais obras de referência. O meu é segunda geração, e eles ainda não tem uma “bible” de restauração, mas pra ti será mais fácil. Veja na Amazon e leia os comentários de quem comprou cada livro, são tiro certo na hora de diferenciar um livro sério de uma obra sem-vergonha que quer enrolar a gente.
Esse é um que está na minha wishlist, aguardando a vez, deve ser interessante:
Não deixe de olhar na http://www.motorbooks.com também, eles são bem criteriosos com os livros que indicam e publciam. Todos que tenho deles são muito bons.
Abraço e sorte, Nik.
Ah, não deixe de comprar o livro oficial dos 40 anos do Camaro. É bom para caramba, indispensável.
O estranho Nash vermelho que vimos em Lindóia é customizado com outra motorização…é ou já era de um amigo do M.
Verdade, o interior parece um, um… Nash customizado. Dá pra manter o interior, ficou legalzinho, mas do lado de fora não me agradou nada. A cor foi infeliz, melhor duas sendo nenhuma o vermelho. Quanto custava esse carro Chico, perguntou?
Segundo o M, o Nash de Lindóia estava com mecânica de Opala, mas muito bem-feita!
Imaginei. Sabe o preço? Chuto uns 70 contos, que é o default para coisas fora do default em Lindóia… ;)
Adaptar Opala e ficar mal feito também… vão me desculpar, né? Opala entra até em Morris…
Imagino os ianques vendo o Rambler pela primeiraq vez e se perguntando a outra metade do carro era opcional. Interessante notar que as proporções dele são semelhantes aos carros de hoje; alto, curto, capô pequeno e cintura alta. Só que o desenho, ao contrário da regra actual, combina com as proporções.
Sejamos justos, a mecânica GM sempre salvou a pátria de quem precisa manter um antigo, ou importado com peças mais caras do que o carro, rodando. Há uns malucos que se especializaram em colocar motor de Fusca envenenado em Golfs já surrados, na traseira, para competição de arrancada. Acredito que esses dois propulsores deveriam ser declarados oficialmente de domínio e interesse público. Desde surrar Ferrari até puxar caminhão o 250S é um coringa, só precisa de uma flange para a nova transmissão. Eu colocaria um GM 151 devidamente preparado em um Nash, enquanto a mecânica original estivesse em recuperação. Mas vermelho seria a última cor que eu colocaria, salvo um cereja claro com teto branco, talvez.
Olá boa noite, estou aprocura de publicaçõe sobre o Shelby Cobra, meu pai vai fazer uma replica e eu gostaria de presentea lo com um livro , mas tem que ser portugues, alguem pode me dar alguma indicação.ficaria muito agradecida.